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terça-feira, março 29, 2011

Renovação da promessa

Quando criança amei aprender que 
o arco íris
significa a promessa de que a terra 
não será mais destruída com água
(quanto tsunami por aí, hein?)



Hoje penso no arco íris e na promessa de que
"o choro pode durar uma noite,
mas a alegria vem pela manhã"
(ufa! não vou afogar em minhas lágrimas)

domingo, março 27, 2011

Desperate Housewife

A dona de casa sou eu!
Nada de inspiração no seriado
Desespero por chocolate
(TPM!!!)



Minhas amigas (Dai e Kelly) são muito habilidosas
Mas, hoje sou a gulosa!

domingo, março 20, 2011

Da morte à vida

Sou cristã. Acredito na vida e na morte de Cristo pelos pecados da humanidade. Acredito na Bíblia como a revelação da vontade do Pai para todos aqueles que acreditam na possibilidade da vida eterna. Acredito que a natureza é a manifestação de um grande amor e que, por isso, precisamos preservar o ambiente em que vivemos.

Calma! Não estou aqui fazendo minha manifestação pública de fé, mas isto faz parte, sim, de minha vida e completa um pouco do que vive incompleto nesta vida sufocante.

Esclarecendo:

Uma grande amiga (com quem tenho uma ligação que não é possível explicar, pois há formas de pensar nela que são certezas comprovadas de que ela precisa falar comigo – isso não é viagem) enfrentou mais um grande desafio de vida quando a mãe ficou doente nos últimos tempos. Dona Ita, a mãe, lutou bravamente pela vida. Mas nestas três últimas semanas, após nova cirurgia, o sofrimento resultou em sua morte.

Há três dias estava pensando em minha amiga e preparando-nos para o momento que não gostam de falar: a morte e a necessidade de faltar ao trabalho, aulas ou o que mais é preciso (amiga é amiga!), mas quando a confirmação chegou fiquei perdida.

Mais perdida, revoltada e indignada com a vida miserável deste mundo e triste foi o momento em que chegamos ao cemitério e minha amiga estava desabando inconsolável. Que vida é esta? Para que tanto sofrimento? Por que tanta tristeza? Fiquei ali, inconformada que ela precisasse sentir tanta dor (perdi meu pai há 13 anos; minha cunhada-amiga-do coração há 4 anos e meu sogro amado há menos de um ano e não consigo superar), queria de verdade que tudo fosse um pesadelo, pois é impublicável e impossível de descrever estes sentimentos.

Amigos são amigos e sempre que as crianças/filhos dos amigos pedem um sorvete temos que atender. Do cemitério à sorveteria.

Fui a algumas cerimônias fúnebres ao longo da vida e sempre me impressionei com tantas emoções que afloram e que os demais conseguem demonstrar. Assim, a sorveteria entre amigos e, depois, o lanche (com cara de festa) com todos os parentes reunidos não surpreendem. Isso acontece nestas ocasiões.

Ainda não recuperada do dia abarrotado de emoções e de enorme desgaste precisava estar pronta (de sentimentos) para ir ao encontro de outra amiga que mora no meu coração e não paga aluguel, pois seu 4º filho estava pronto e com hora marcada para chegar ao mundo.

Entre as lembrancinhas da maternidade, mala do bebê, mala da mamãe, risadas e colo para o ex-mais novo, além da enorme emoção de ouvi-lo falar titia com meu nome junto (ainda tô pocando de orgulho!)... Consegui pensar que a vida é uma dança em que uma hora está bailando ao ritmo de uma música calma e em outra hora tem um novo ritmo. Nem dá tempo de ensaiar! É preciso sentir qual é o ritmo e ir junto com cautela e sabedoria para não pisar nos pés dos demais que estão na mesma pista de dança.

Vivendo um dia de cada vez. De tanto choro triste ao choro da alegria pela chegada de mais um menino (ou bailarino à pista).



domingo, março 13, 2011

Promoção - participando


Estou aproveitando para participar da promoção de um blog que sou fã

(nunca ganhei nada em sorteios).

Como tudo tem sua primeira vez...

1ª vez em sorteio

1ª vez divulgando a promoção

1ª vez ganhando (?)


quinta-feira, março 10, 2011

O mundo dos dados



Aproveitei a tarde de feriado para arrumar meus (queridos e amados) sapatos dentro do armário, pois descobri estarem fazendo mais bagunças todos os dias na hora de arrumar (às pressas) para sair. Este momento é especial! Estando na fase das operações formais, segundo Piaget, começo a ‘raciocinar sobre hipóteses’ de organizar/seriar minha coleção nas prateleiras possíveis: sapatilhas, sandálias, saltos finos, saltos médios, os preferidos, os pensáveis e os dispensáveis.

Dispensáveis... Como dispensar sapatos ou bolsas (para quem é fã de carteirinha)? Pensar em critérios usar para retirar um elemento da coleção – já colecionei lápis diferentes, figuras de aviões, canetas, postais – que é analisada e adquirida com cuidado e esforço (?). Lembrei de um critério usado por um longo período de minha vida:

Fui interna (por livre e espontânea vontade e ainda briguei porque queria isso) e não dispunha de muito espaço para os poucos pertences de minha vida de final de adolescência, além de dividir o quarto com mais cinco colegas; assim, a cada final de semestre era preciso guardar tudo e adotei a filosofia “entra um e sai outro”.

Nesta fase básica, socialista em ambiente burguês, não sabia o que era usar sandálias ou bolsas e o par de sapatos preferido recebia o nome de tênis; assim, era impossível e impraticável pensar em ganhar um objeto destes. Mas, o tempo passou e a menina ‘básica’ ganhou manias de sapatos e bolsas (e outras mais).

Perdida entre caixas de sapatos e pensamentos mil, limpando e reorganizando a melhor distribuição dos preferidos, surgiu a conclusão de que é preciso investir mais no mundo dos dados.

O pensamento deste mundo surgiu e precisava ser registrado para não escapulir ou para não ser esquecido. Peguei o bloco de anotações e deixei o título registrado. Continuei as arrumações e as divagações sobre os dados (quantos já foram úteis e necessários aos meus desejos e às minhas necessidades). Para escrever sobre isso é preciso buscar a explicação da palavra (e é mais fácil ao usar o plural):

Dado – pequeno cubo de faces marcadas com pontos, de um a seis, ou com figuras, usado em diferentes jogos; o ponto de partida em que se funda uma discussão (...). Para saber mais é preciso verificar no dicionário.

Dar – transferir ou ceder gratuitamente o que se possui; doar, presentear; ministrar, servir.

Encontrei a explicação mais clara para a filosofia “entra um e sai outro”. Pensei no mundo que buscava. Lembrei de Francisco de Assis: “É dando que se recebe”.

É este mundo dos dados que precisamos viver e praticar.



Um par queridinho


sábado, março 05, 2011

Nascimento do Rômulo

 Preparando as 50 caixas para lembrancinhas

 Mostrando por dentro e por fora
(amei!)

 Quadrinho 1

 Quadrinho 2

 Os dois juntos

 Quadro com nome (sem a moldura)

 Presenteando o Ramon

 Caderno de recados da maternidade

Páginas do caderno




Ai-ai-ai que orgulho enorme de tudo isso! Ai-ai-ai que alegria enorme pela conquista, desenvolvimento (sou criacionista, então não é evolução) e realização destas artes. 

Da outra vez que minha amiga Lila ficou grávida o máximo que consegui fazer foram umas homenagens no mundo virtual. O desejo de 'embrulhar' um presente para o bebê fez com que eu descobrisse que poderia 'fazer' a embalagem (nem fotografei!) especial. Minhas artes começaram com o nascimento do Ramon.

Para a chegada do Rômulo (o mais novo bebê daquela casa cheia de homens) decidi que poderia fazer uns quadrinhos para o quarto dele e do Ramon (que um dia ficará todo arrumado para eles). Desde o começo da gravidez pensava em oferecer algo - que nem sabia o que poderia ser - ofertado com muito amor e feito com capricho e dedicação. 

Ofereci as caixinhas (que deveriam ser quadradas, mas elas são 7X10/largura e 5cm/altura) para colocar as lembrancinhas dentro (quando tudo estiver pronto coloco as fotos aqui). A danada da Lila quer o preço dos materiais, mas ela ainda não consegue entender que é presente de tia babona. Ela nem sabe dos quadros (os menores tem 23X23 e os maiores 33X33). Tudo é presente! 

Presentes para aqueles que são presentes (mesmo distantes) em minha vida e que são os melhores presentes que recebo da vida: amizade sincera!



quarta-feira, março 02, 2011

Encomendas (mais que) especiais

 "Pasta" para guardar os papéis de scrapbook


 Porta lenço de papel
(apenas decoupage)


Caixas para jóias
o objetivo destas é guardar botões e fitas



 Visão interna de cada caixa

Todas juntas
Coloridas 
para manter a vida feliz!

terça-feira, março 01, 2011

2 anos de blog!

Guloseimas ou gulodices?
Alegrias
Comemorações
Homenagens
2 anos de blog
(ainda não sei fazer postagem agendada)

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