Páginas

domingo, maio 30, 2010

"Hoje é domingo"

Hoje é domingo
Pé de cachimbo
O cachimbo é de ouro
Bate no touro
O touro é valente
Bate na gente
A gente é fraco
Cai no buraco
O buraco é fundo
Acabou-se o mundo!


Esta deveria ser a imagem de domingo que todos conhecem, mas muitos conhecem outras imagens que para muitos são inusitadas, como resolver a vida e trabalhar...

Moramos numa metrópole fantástica e isso não é tudo para aqueles que deixam a pacata e deliciosa vida interiorana. Durante os dias de semana ficamos horas a fio no trânsito e aprendemos (sem alternativa) a conviver com isso. Assim, para abreviar o sofrimento do sogrinho - que desde essa postagem está envelhecendo mais rápido - o Filho da Sogra conseguiu agendar um exame para o domingo.

Exames no domingo? Isso mesmo! Menos trânsito (isso não quer dizer que foi tudo rápido e maravilhoso) e menos tempo de espera. O responsável pelo exame foi extremamente gentil e isso merece destaque, pois poucos caminham a 2ª milha. Ainda merecedor de destaque é a habilidade do moço em ajudar com os cuidados com um idoso que já está acamado.

Precisávamos voltar logo, pois domingo também é dia de dentista! Isso mesmo! O acompanhamento ortodontico do Filho acontece aos domingos e é lá perto da Santa Casa (Santa Cecília região central de SP) o que pode ser uma distância de uns 23 km, mas que aos domingos fica menos sofrível.

Exame e consulta aos domingos são rotineiros, mas a exaustão neste dia não. É que num bairro vizinho houve festa, barulho e queima de fogos (lei do psiu???) e isso provocou um pouco mais de movimento que o normal. O sono foi menos profundo e o dia mais arrastado.

A vida num domingo ainda é vida e merece ser vivida e comemorada. Com o envelhecimento do Sogrinho (91 anos não é para qualquer um!) vou pensando o quanto é valioso não guardar rancor; compartilhar as alegrias; ser longanimo e mais ainda, como Cristo, "tardio em irar-se". Penso que isso é o que prolonga a vida dele e de todos que se dispõem a viver mais. 

...Vamos à semana!



sábado, maio 29, 2010

"Caminhando e cantando..." mais uma vez

A música de Geraldo Vandré tem o título “Pra não dizer que não falei das flores” e tem uma letra carregada de significados para um período nacional. Para muitos sua história não é real, mas para outros deu significado à luta por uma vida melhor.

Tudo importa e mais importante ainda é continuar “caminhando e cantando e seguindo a canção” independente de nossas lutas, derrotas, de sofrimentos e conquistas. Importa que “somos todos iguais braços dados ou não”; sentindo dor ou compartilhando alegrias; vivendo um dia de cada vez ou a dúvida do amanhecer; sendo humano... Ser humano é ter a certeza que há dependência nos braços do Criador.

Caminhando e cantando enquanto a tarde passa com a casa cheia de amigos e de momentos agradáveis ou para manter as panelas no fogo cozinhando o alimento que nutre e que dá prazer; para ter tempo disponível para conversar e compartilhar a vida ao lado da família amada; para matar a saudade de pessoas queridas que o site de relacionamentos traz de volta; para escolher uma cor de tinta ou estampa de tecido e fazer mais uma caixa ficar bonitinha; para apreciar o belo e manter o blog vivo; para manter a vida pulsando e alegria impulsionando o sentido de viver...

“Caminhando e cantando e seguindo a canção” de esperança nesta vida (ainda) e numa vida melhor – sem dor, sem doenças, sem lágrimas, sem sofrimentos, sem dúvidas e sem angústias – com convicção de que tudo em todos os dias pode ser melhor do que está sendo até agora (mesmo sendo bom, mas podendo ser ótimo!).


quinta-feira, maio 27, 2010

Afogando as tristezas



Todas as mazelas estavam se acumulando no dia (4ª feira, 26) e tudo ficando bem pior... Mesmo com muito sono e exausta estava ficando impossível dormir... Resolvi assistir um filme que uma menina muito especial me deu...

Um bom filme é ótimo para relaxar - e pensei que um filme ruim poderia fazer dormir (não pelo filme, mas porque a tela de TV é canção de ninar), caso fosse esse. Mas, a menina garantiu que eu não me arrependeria. 

Obrigada, Dorothy (não a do Mágico de Oz)! Não é apenas mais um filme indiano... o filme é: Como Estrelas na Terra - Toda criança é especial (Taare Zameen Par - Every Child is Special).

“Mas, as crianças crescem”


Por que é que tem que ser assim: um dia é semente pequena e no outro é flor, fruto e tudo outra vez?

Por que é que as crianças não continuam criancinhas lindinhas e boazinhas a vida toda e tem que (obrigatoriamente) virar estas criaturas desajeitadas (de corpo, pensamentos e sentimentos) que denominamos adolescentes?

Não que eu desejasse que meu pequeno filho (quase do meu tamanho) continuasse criancinha para o resto de nossas vidas. Isso não, mesmo! Mas, penso que foi muito rápido... Isso porque tenho certeza que aproveitei muito a vida dele como bebê, criancinha e moleque.

Mas, as crianças crescem... E quando viram adolescente não “pega bem” a mãe continuar por perto babando e paparicando. Tem que deixar ir. Crescem, mas precisam ser orientados.

quarta-feira, maio 26, 2010

"Miséria pouca é bobagem"


Para o bom entendedor 
dois desenhos bastam (?)

segunda-feira, maio 24, 2010

TPM é a Tensão pré Menopausa?


Sou ainda muito nova para viver as angústias e as crises da menopausa (ainda tenho um tempo para chegar aos 40), mas alguém precisa avisar isso ao meu corpo! 

Ninguém merece sentir muito frio quando não está mais tão frio... E a história de sentir calor? Sei que sempre sinto menos frio que as demais pessoas, mas isso é desesperador quando todos estão de casaco e você (EU) começa a transpirar... 

Por dentro... Tem um tal intestino que sempre funcionou como relógio, mas que resolve ser sensível! As cólicas... Quem inventou que isso deve existir na vida de uma mulher? Nunca fui adepta de medicamentos, mas já virei freguesa dos tais (atroveran e buscopan) e que estão fracos para o tormento! E os quilos? Como pode ser isso de ter que diminuir dois e ganhar mais dois? Agora a luta será contra quatro???

Com tanto mal estar, vou sentir saudades das malditas enxaquecas (nunca!), mas os sintomas conhecidos não causam tanto pavor quanto os demais.

O que está salvando é que meu humor está ótimo! Ignoro os sem afeto que andam atormentando a minha vida e penso apenas nas boas almas que compartilham da mesma alegria de viver; consigo dormir bem à noite (exceto as madrugadas de 3º, pois as angústias deste dia me consomem) e passo o dia de bem com a vida... Agradeço diariamente que a médica é ótima (e imploro que ela tenha uma vaga naquela agenda lotada!) e que consegue entender tudo isso - ela estudo muito para ser boa mesmo!

Companheiras e companheiras (não conclamo os do sexo oposto porque eles jamais conhecerão o que é viver com regras - mesmo quando elas não querem mais seguir a regra 7X28 - e porque o sexo oposto aqui em casa está se desdobrando em mil e um para ajudar esta alma) precisamos ajudar o mundo a viver em paz para que nossos ciclos sejam ciclos e nossas vidas sejam nossas e não de um corpo desequilibrado.

A luta continua!


sexta-feira, maio 21, 2010

S.O.S. DECOUPAGE (mais uma vez!)

Cá estou novamente às voltas com minhas caixas de MDF. Desta vez são os recortes de caixa.

Como encapar com papel ou tecido estes detalhes (tipo o recorte de coração abaixo)?


Compras e consumo

Se eu não preciso daquele sapato (lindo e maravilhoso) por que quero e não tiro da cabeça?
Já tenho a bendita bota preta e cismei que não rola mais... Fico pensando numa bota nova... Por que?

Se eu já tenho a bolsa (não uma, mas várias) onde o computadorzinho fica muito bem guardado por que é que fico pensando em encontrar aquela outra bolsa que não sai da cabeça?   Como pode isso, pois todas as bolsas foram compradas para resolver este ou qualquer outro problema parecido?

Se já tenho a blusinha branca básica e a camisa branca necessárias à vida, por que é que fico enfeitiçada de desejo de encontrar uma outra assim mesmo?

Outras? Já teve a febre dos lencinhos; a mania pelas encharpes; o vício pelo cachecol; a fascinação por idéias novas... Que mais é que vou encafifar no pensamento?

Sendo um ser pensante - com orgulho de minha autonomia de pensamentos e ações - como é que sou capaz de esquecer que tudo isso pode ser controlado ( faço isso: fico em casa e se não sinto falta daquilo que vi na rua, não volto para comprar) e que estas provocações são invenções humanas para nos transformar em devedores? 

Mundinho capitalista e estimulador ao consumo desvairado!

A vida tem outros significados e valores (deixa eu voltar correndo para eles, pois tem dias que nada melhor do que ver uns sapatos nas vitrinas!).

terça-feira, maio 18, 2010

Agenda lotada

E quando a pessoa está com a agenda tomada... Cada vez mais obrigações a cumprir... Sem um tempinho para respirar ou para pensar...
O que faz da vida?
Respira fundo!
Pensa um pouco e...
Descobre que é melhor deixar tudo por meia hora e sair para almoçar!

Mas, não vale ir tão além disso como, por exemplo, junto com a amiga 
experimentar tudo o que tem vontade:
Ah criatividade!
Oh imaginação!
Oh tentação!
(Via Uno)

E continuar só na vontade!

segunda-feira, maio 17, 2010

Em manutenção

Mais uma destas coisinhas sem explicação... Não estou gostando da cara/roupa do blog.
Acredito que vou chegar em um definitivo.

terça-feira, maio 11, 2010

O tempo e o relógio...



O Relógio


Passa, tempo, tic tac

Tic tac, passa, hora

Chega logo, tic tac

Tic tac, e vai-te embora

Passa, tempo

Bem depressa

Não atrasa

Não demora

Que já estou

Muito cansado

Já perdi

Toda a alegria

De fazer

Meu tic tac

Dia e noite

Noite e dia

Tic tac

Tic tac

Tic tac



(Vinicius de Moraes)



segunda-feira, maio 03, 2010

Confissões de um avental sujo de ovo



A velha canção é relembrada durante os dias de maio que antecedem a comemoração de dia das mães. Mas, não estou pensando em dia de mães com homenagem e também não tenho nada contra comemorar. A questão a tumultuar está relacionada à dona do avental, sim, e começa assim:

Um dia em sala de aula (na pele de aluna) causei certo tumulto ao entrar numa discussão quando afirmei que este mundo machista é culpa das mães de meninos! As mães de meninas sentindo-se absolvidas pensaram um pouco e estavam oferecendo a cruz quando acrescentei que as mães de meninas, também são culpadas quando querem que suas filhas continuem vivendo de “princesinhas em falso castelo de cristal”.

Não ganhei inimigos, mas só pensei sobre o que falei quando ouvi o pensamento repetido e reafirmo que as mães são culpadas por isso, sim! Vamos aos pensamentos de quem cresceu numa casa com quatro irmãos e nenhuma irmã, mas que tinha muitas bonecas, panelinhas e jogava bolinha de gude, soltava pipa e brigava no futebol:

Quem disse que “o avental todo sujo de ovo” tem que ser da mãe? Ele não pode ser de um pai? Se pode, tudo bem, já é meio caminho andado para saber que nem todos continuam perpetuando o machismo.

Outras mais: quem é que garante que todos os homens sabem qual é a direita e qual é a esquerda separadamente? Quem garante que, quando resmungam “vira prá lá” ou “vira prá cá”, apontando com o nariz eles sabem que aquela deveria ser à esquerda ou à direita? Sei que não preciso sempre perguntar para onde ir ou onde é a próxima curva; não tenho um mapa dentro da minha cabeça, mas sei que meu senso de direção nunca perdeu o carro no estacionamento do shopping e, mesmo sendo noite, encontro as ruas certas e as direções.

As direções não são exclusividades masculinas, pois todos podem desenvolver a lateralidade e usar. Quando tive a curiosidade para saber onde estava a esquerda, minha mãe, que estava lavando louças com seu relógio à prova d’água, disse que olhasse o braço do relógio (dela, pois tenho alergia e uso o relógio no braço direito) e que aquele é o chamado esquerdo. Longe de casa ou em qualquer outro lugar eu virava na posição da pia e pensava no relógio que não estava no braço esquerdo. Pronto! Lição aprendida aos cinco ou seis anos de idade!

Mas, onde que está a mãe alimentando o machismo? Está aí permitindo que as criaturas se considerem capazes ou não de realizar determinada atividade porque o gênero é compatível ou não. Coisas do tipo: os meninos já aprenderam a dirigir e ela já sabe recitar uma poesia (exagerei!). Mas, queria chegar aí, no volante! É aí que tudo se confirma ou é negado. No caso, eu confirmo: o mundo e uma porcentagem de mulheres alimentam o machismo!

Se precisar, em último caso, subo uma rua e faço rampa. Se não houver necessidade, fico bem aliviada, pois detesto buzinas quando resolvo respirar para desligar o ar condicionado, pois o vermelhão é mil e não consegue fazer força para subir com tudo ligado e tem que estar engatado na primeira (quem merece?).

Vamos chegando ao ponto exato: se houver necessidade (necessidade de verdade do tipo não querer pagar mais dez reais de estacionamento por uma hora) vou lá e encaro uma baliza e estaciono o danado na rua – entre dois outros carros.

Mas, vamos ao que interessa: poucas mulheres sentem prazer nisso ou ficam vigiando suas amigas enquanto sofrem quando o volante não é hidráulico. Mulheres até admiram a outra que faz isso por necessidade (eu dentro da garagem do condomínio morrendo de raiva por ter que fazer mil e uma manobras mais uma para fazer uso daquele espaço minúsculo), mas não trocam dicas e informações de onde é melhor ou menos pior. No máximo, divulgam onde há vagas espaços que não exigem suor, lágrimas e sangue (que isso de ficar sofrendo ao volante quando há uma maquiagem a ser preservada e uma roupa linda para não amassar?).

Confirmado que a dona de um avental (não gosto de aventais e só usei quando a barriga de grávida encostava-se ao tanque) alimenta o machismo no mundo? Não! Claro que não! Isso é o ponto de vista de uma pessoa e muitas outras pessoas podem pensar diferente disso.

Revelo neste momento meu pensamento extremamente machista: que criatura do sexo oposto que não consegue, num espaço enorme de rua, estacionar sem encostar seu carro no meu vermelhão? Por favor, eu dou o direito de estacionar mal e encostar no meu carro apenas aquelas outras criaturas justificáveis, como eu, que tem pouco mais de um metro e meio de altura, dirige um carro vermelho e é loira (serve ruiva, morena, castanha, lisa, frisada ou o que sua vaidade desejar), mas um ser do sexo oposto fazendo isso?

É uma vergonha!

Não é nenhuma vergonha admitir que, nós, alimentamos o mundo com nossas idéias e educamos a humanidade, pois não temos vergonha de pedir informação quando suspeitamos que estamos na rua errada ou que queremos alguém nos ajudando para não sujar o carro na cor do outro carro!

...Transformei em texto todos estes pensamentos na semana passada. Mas, ontem vivenciei tudo isso outra vez quando um motorista de táxi perguntou - apontando para a direita - se virando à esquerda era o caminho que ele queria. Achei muito bacana (gíria legal!) a sinceridade dele em perguntar, mas melhor do que esta situação para explicar o 5º parágrafo? Não tem!

Viva o avental que nossas mães usaram e que todos precisamos usar!

- em boa hora: quer ver uns aventais lindos

sábado, maio 01, 2010

Os babões e suas crias

Que somos apaixonados por bichinhos não é novidade alguma. Quando apaixonados por bichos conversam... Somos todos uns babões por nossas crias. É algo como as corujices de pais, avós, tios...

Nem tem espanto! Esta é a pequena Dolores dormindo (sem autorização oficial de seus donos - meus queridos irmão e cunhada).

A seguir um diálogo maravilhoso sobre o meu cachorrinho e sobre a pequena Dolores, que poderia ser do final para o começo (mas, é assim que nos entendemos muito bem):


Um diz:
A Dolores está TERRÍVEL.  Só quer saber de morder os pés.

Outro diz:
O Freddy detonou meus crocs.

Um diz:
Hahahahaha - O meu fica em outro lugar

Outro diz:
Essa semana resolveu detonar as havaianas: ele morde até tirar aquela borrachinha que prende a correia... Ninguém merece! Três pares!

Um diz:
Hahahahahaha - A Dolores todo dia de manhã fica ajudando a me arrumar... Enquanto coloco a meia, ela morde o sapato, quando coloco o outro ela morde a barra da calça... E assim vai até eu conseguir sair de casa.

Outro diz:
E vai continuar mordendo por muito tempo... Eles trocam os dentes várias vezes...

Um diz:
Mas os dela ainda estão nascendo. Quando ela chegou, a Janaina ficava com medo de encher o pote de água e ela cair e se afogar.  Hoje estávamos reparando, ela já está grande. - rsrsrs

Outro diz:
O Freddy não gosta de ficar só e sabe quando estamos nos arrumando para sair de casa. Outro dia pegou uma camisa minha (fininha!) e conseguiu arrancar todos os botões sem puxar um fio! Seis botões sem estragar a camisa.

Um diz:
rsrsrs

Outro diz:
Agora, ele está lá na cozinha arrastando prato dele - quer comer!!

Um diz:
A Dolores gosta de ficar debaixo do sofá, mas já não está mais cabendo, sofre pra sair de lá. A Dolores só fica calma quando está com sono, daí dá até pra colocá-la no colo.


... (outros mil assuntos)


Outro diz:
O peludo (que não sabe latir) está de plantão na porta, pois alguém andou e tossiu no corredor. Já ensaiou rosnar e ameaçou latir, mas a educação é mais forte que o instinto animal - hihihihi

Um diz:
hahahahahahaa - A pequena aqui que não deveria latir, quando é contrariada dá uns passos pra trás e começa a latir.

Outro diz:
Hihihihihi - Então, se inspira no Matteo... Preparem-se !!!!!!!!!!!!! hihihihii

Um diz:
Tem um amigo nosso que tem um Shitzu também, que nem sabe latir. A mãe da Dolores (a Deise) não late e é meiga... O pai (Raj) é um marginal, mas não late também. Agora essa criatura aprendeu a latir.

Outro diz:
A família do Freddy (que é miniatura e projeto de cachorro - contrário dele que cresceu além de todas as expectativas, bolsas e desejos do meu coração) late! Todos sabem mostrar a espécie. Mas, o lindo não gasta a voz inutilmente. Só mostra que sabe latir quando está sonhando e se assusta.

Um diz:
Hihihihihi - A Dolores dorme de barriga pra cima e olhos abertos. Várias vezes eu acordei ela pra certificar que estava viva! rs

Outro diz:
hihihihihi

Um diz:
Por ter o nariz achatado ainda ronca.



As arrumações continuam


Explicando tudinho:

1. Já perdi a paciência com esta reforma no blog, mas sei que ela ainda não acabou, pois continua estranho o layout (ou ainda não estou acostumada com as três colunas)

2. Plano de fundo com tema "outono" é lindo! Gosto do outono até quando é verão ou primavera (isso é Brasil e SP não é mais a Terra da Garoa - pode até fazer frio, mas não tem nada de garoa por aqui há muiiiiito tempo) e o tema já viajou de barco e passeou pelo mundo scrapbooking...

3. Fazer obra dentro de casa é assim mesmo. Parece que nunca tem fim, pois é só olhar para o lado e descobrir que há um ladrilho mais bonito ou que nunca é possível limpar tudo outra vez...

4. O treco dos trecos é esse mesmo: mudança! Mudar é preciso; é necessário; faz parte da vida; mas dá trabalho!





LinkWithin

Related Posts with Thumbnails