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segunda-feira, março 29, 2010

Cartas de domingo III - à amiga


"Em todo o tempo ama o amigo; e na angústia nasce o irmão" (Prov 17: 17) e "o homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão" (Prov 18: 24).

Um dia percebemos que uma grande amizade nos une e nos faz mais que irmãs. Uma conseqüência do improvável, mas que, com certeza, quando nos conhecêssemos seríamos o que somos: amigas!
Temos vários outros conhecidos em nossas vidas; compartilhamos momentos diferentes com muitas pessoas; trocamos experiências e alegrias com todos aqueles que estão a nossa volta; sabemos que podemos contar com o apoio de muitos outros que nos ajudam e que nos cercam, mas temos a convicção que, independente do tempo e da distância, há um ombro pronto a acolher e a aceitar o pensamento mesmo quando é diferente de tudo.
Eis o presente mais valioso da amizade: a aceitação. Essa aceitação não nos impede de expor a verdade quando necessário, mas não constrange; a verdade não impede que a vida seja vivida de acordo com as escolhas, pois respeita e valoriza o outro. É algo como a história do Pequeno Príncipe, que demorei tanto tempo na vida para entender, que diz: "Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos" - ainda bem que não precisei dar a volta no mundo para valorizar o que tenho, como ele com a flor dele!
Sei que hoje é um dia complicado, mas seria o ideal para nos divertirmos lembrando de algumas músicas que falam de amizade (lembra daquela "desventura" pela Zona Norte quando a unica alternativa era lembrar músicas velhas?).
Penso na música do Roberto Carlos (amigo de fé); naquelas do Balão Mágico (amigo e companheiro; amigo velho; amigos do peito; é tão lindo); tem o Milton Nascimento (canção da América) e deve ter mais um tantão de outras canções que, com certeza, são verdadeiros tributos à amizade e que lembraríamos com muita risada, se juntas estivéssemos.
Gosto de pensar, amiga, que estamos deixando uma marca valiosa na vida de nossos filhos: o valor da amizade. É bom saber que eles crescem amigos e que, mesmo distantes, conseguem saber que há alguém em algum lugar que ora por eles.
Enquanto nos falávamos ao telefone sobre a importância de dar flores aqueles que vivem e que podem contemplá-las (mais uma opinião que você respeita) selecionei algumas lá que podem alegrar seu dia.  




domingo, março 28, 2010

Cartas de domingo II - Adolesceu!


Claro que não existe este verbo! Óbvio que não existe algo para definir tudo o que acontece em tão pouco tempo com o menino que não é mais criança, mas que não é gente grande ainda.

Hoje é um dia importante. Não é importante só pelos ramos que vimos nas mãos das pessoas que estão comemorando o “domingo de ramos”; não é um começo de páscoa como os demais... Este é um começo de páscoa diferente. Esta é a primeira páscoa em que o Filhote está de “aparelho fixo”!

Que coisa! Além dos óculos, que todo “bom CDF” tem, o estereótipo está completo com estes ferros nos dentes! Mas, está lindo! Não são apenas corujices de mãe, pois ele já parou várias vezes em frente o espelho contemplando o reflexo.

Reconhecer-se no espelho e saber distinguir-se entre a multidão é uma atitude que causa orgulho ao coração de mãe. Parece algo banal, mas não! É algo extremamente valioso constatar que ao saber quem é o indivíduo ali diante do espelho e que, não importa o que os outros estão vendo, é alguém bonito e de valor! 

Ao considerar que o reflexo diante do espelho é único e de um valor imensurável, filho, você já está se distinguindo do resto da humanidade, que anda em massa e que não consegue ter identidade.

Muitos relatos bíblicos ganharam significado a partir da experiência vivenciada com a maternidade e outros tornam-se mais claros como o que diz: "E crescia o menino em sabedoria, em estatura e graça diante de Deus e dos homens" (Lucas 2, 40 e 52).

A vida de Cristo na Terra foi para nos mostrar que é possível viver e ser vencedor - mesmo como menino que também "adolesceu". 

Cartas de domingo I - Domingo de Ramos

Para o mundo cristão hoje é comemorado o início da Semana Santa quando Cristo entra em Jerusalém para as festividades da época. Festividades que transcendem séculos antes e após Sua vida na Terra.
Gosto de lembrar as comemorações da Páscoa na escola quando, através de diversas atividades, as crianças demonstram compreender as comemorações que estão além dos deliciosos chocolates e dos fofos coelhos. 
As atividades destacam o simbolismo da Páscoa para o povo hebreu – liberdade – e o simbolismo da vida de Cristo – dar liberdade – para a conclusão de que é possível ser livre para escolher em que acreditar.

quinta-feira, março 18, 2010

Amigos...

Às vezes é cruel pensar na dedicação que temos por alguns amigos, mas que não nos consideram com o mesmo carinho e respeito... 


BONS AMIGOS

Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!

Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!

Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!

Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!



Direções


É complicado escolher entre duas "coisas" boas...

É complicado escolher entre várias "coisas" importantes...

Ainda bem que o caminho fica simples...
Depois que decidimos





segunda-feira, março 15, 2010

Foi um sonho de verão (?)

"São as águas de março fechando o verão"

Porto - Portugal

Mas, é preciso plantar novos sonhos
mesmo que estes não sejam os nossos sonhos...
Parece que é tempo de sonhar outros sonhos
que outros estão sonhando...


Vem chegando o outono...



sexta-feira, março 12, 2010

Sanidade é isso (?)


Meu carro não é aquele pontinho vermelho no meio deste caos, não! Meu carro nem conseguia chegar até aí, pois fiquei 50 minutos num trecho em que é possível fazer em 8 minutos... Que vontade enorme de xingar, berrar, uivar e esmurrar ter asas e voar para não ter a sensação que estou perdendo tempo e para não ter que pensar na aula que estava perdendo, no Filho da Sogra que estava esperando por mim, na lista enorme de compromissos para o dia que estava começando...
Além deste tempo enorme no trânsito ainda precisava cumprir com mil e uma obrigações do dia - e acabei esquecendo uma! - que envolvia correr até Perdizes, voltar ao Taboão da Serra e ir outra vez ao Broklin (quem mora em SP consegue pensar nisso tudo numa 6ª feira).
Enquanto dirigia - sempre no revezamento 1X2 (ou seja, 1ª e 2ª marchas) - pensava na vida - já que não tenho som no carro e preciso esconder os fones de ouvidos embaixo do cabelo curto e louro. Dentre vários pensamentos tentei organizar a agenda do que foi e do que há de vir... 
+ Projetos de Extensão: brinquedoteca e noite do brinquedo; atendimento escolar na comunidade e apoio escolar (no prédio do Curso); planos de disciplina; aulas; estágios; terapia; previsão de curso de dança; compromissos do Filho; necessidade de fazer a faxina, mas sem secretaria; atenção ao Filho da Sogra; decidir congresso fora; "novidades" dos meus irmãos (digno de uma grande postagem) e... E tudo mais de vida!
Parece que há sanidade nesta situação toda?
Que horror! É aí que a sanidade se mostra por duas razões:
1ª - a maioria da população de uma metrópole entende que é assim que é a vida
2ª - quem sobrevive um dia desses está atestando a sanidade completa!

quarta-feira, março 10, 2010

Casinha Branca

Quando muito criança ouvi essa canção:

Casinha Branca

Eu tenho andado tão sozinho ultimamente
Que nem vejo a minha frente
Nada que me dê prazer
Sinto cada vez mais longe a felicidade
Vendo em minha mocidade
Tanto sonho perecer


Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer


Às vezes saio a caminhar pela cidade
À procura de amizades
Vou seguindo a multidão
Mas eu me retraio olhando em cada rosto
Cada um tem seu mistério
Seu sofrer, sua ilusão


Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer


Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer ...



sexta-feira, março 05, 2010

Em 5 de março

Parte II - Bolinho de Papel
Tenho uma sobrinha linda! (Descobri que há histórias ótimas dela e de mais algumas criancinhas narradas por suas mães aqui e é uma possibilidade de distração - no meu caso, corujice!)
Ontem, estava dirigindo de oeste a sul, quando lembrei que poderia continuar mais um pouquinho, se abastecesse a ferrari, e chegaria à casa da pequena em questão. Já que estava perto e tentando curar minha profundadeprê, além de amar as artes que a mãe dela faz, seria a hora perfeita. Claro que, como ótima cidadã paulistana, liguei antes (este é um bom hábito!) para avisar que estava por perto...
Fiquei curada? Como não? Aquele ser pequeno olhava e dizia:
- Tiaaaaa!!!! Que tem na bolsa?
- Tiaaaaa!!! Cadê "Amener" (Abner)?
- Tiaaaaa!!! Cadê Fêdi (Fred)?
- Tiaaaaa!!!!! Quem é? - apontando para o Filho da Sogra que aparecia na tela telefone que ela  virava do avesso e nós nem sabíamos que estava tocando.
Vem ao colo. Conta mil coisas. Responde mil perguntas que nós adultos fazemos. E ainda, quando a mãe sai da sala, pede:
- "Juda pegá figuinha" (ajuda pegar a figurinha). Essa ó! (apontando para um polvo bem pequeno na cartela de adesivos)
- Onde você vai colar? - pergunta a tia para não fazer coisa errada sem autorização da mãe.
- "Colá" não! Leva "Amener", leva!
Depois de ficar abastecida por uma criatura tão pequena e de conversas agradáveis com a amiga improvável precisava sair quando lembraram de um "bolo de papel" que estava no forno (lembrei que estava sem comer e que não percebia a fome).
- Comi titia, come!
...
Como não ser grata pela vida?


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Parte I - Inconfidências (Falta de lealdade ou de fé à confiança depositada; indiscrição)
Este é o momento em que não estou sendo fiel aos meus sentimentos e expondo-os:

Estava na expectativa e no falso descaso ao mestrado. Participei de duas seleções e não fui aceita na última de três fases - a entrevista. Eita experiência miserável! Já não é a primeira vez (e imagino que não será a última).
Por que não desistir logo? Posso continuar sendo uma ótima pessoa e excelente profissional sem o título, mas "eu quero" tanto!
Resultado: fiquei arrasada! Uma mistura de ofendida com p da vida. Pedi um atendimento extra para que minha terapeuta pudesse ver esse lado - o da pessoa frustrada e mais um pouco!


-+-+-+-+-


Parte IV - Realidade e Ultimato


Este vai e vem ou quebra cabeça está bem numerado por ordem cronológica dos acontecimentos ou da digitação. O que houve de pior é que, enquanto digitava, a máquina (que deveria ser nova) travou três vezes. Até que chegou a hora de pegar o Filho na escola... De lá fomos resolver mil coisinhas.
O Filhote contou algumas aventuras da vida de estudante e incluiu uma proposta de interpretação de texto que ele não havia gostado, mas que provocou meus sentimentos. Constatei que minha frustração com o título que esperava obter é porque junto com ela vem a certeza de que é mais tempo sem muita expectativa de mudanças... Estou entendendo mais um pouco de minha tristeza - que vai além da rejeição - que encontrou um fio de esperança num email de minha orientadora cobrando resultados até 31 de março. 
"Vamos à luta, companheiro!" - como diziam os verdadeiros companheiros de outrora.
Muito trânsito para voltar para casa... Tanto trânsito que ficamos exaustos.


-+-+-+-+-


Parte III - 5 de março


A data em todos os documentos é 12 de janeiro, mas em casa havia festas e comemorações no dia 5 de março: aniversário do meu pai.
Impossível não lembrar. Impossível deixar passar o dia.
Todos tem ótimas lembranças da infância. Eu também tenho. Todos associam a amizade de filha e mãe. Eu não. Gosto, sim, de minha mãe. Mas, meu pai foi meu amigo sem nunca deixar de ser pai. A amizade, o respeito e o carinho caminhavam com o amor. 
Muitas vezes, tenho certeza, causei aborrecimento e dor, mas ele sempre destacou o comportamento errado ou a atitude inconveniente, nunca disse que eu não prestava ou que algo era culpa minha. Conseguiu ensinar a assumir as responsabilidades por minhas escolhas e atitudes, pois eu continuava sendo sua filha.
Nossas conversas sempre foram ótimas! Algumas vezes fiquei zangada, mas sabia separar a ação de quem ele era realmente: um homem muito reservado, metódico (dizia sistemático), trabalhador, cristão, excelente esposo e pai maravilhoso e quando virou avô surpreendeu mais ainda.
No meu casamento estava emocionado, mas muito contente (que alegria saber que essa é uma união abençoada por Deus através dele!) e disse ao meu ouvido: "Cuide bem dele" - referindo-se ao Filho da Sogra - e penso que aí é que está o segredo de eu ser tão bem cuidada (cuido do "moço" que meu pai aceitou para meu esposo). E sinto que temos muita responsabilidade diante disso - eu procuro atender o pedido dele e meu esposo procura ser ele mesmo através do meu primeiro modelo.
Se vivo estivesse, completaria 72 anos. Não consigo imaginar como ele seria com essa idade, mas sei que às vésperas de completar 60 anos (antes do fatídico acidente) disse que gostaria de viver mais esse tanto de vida, pois agora não tinha mais medo. O medo o tinha feito andar mais devagar do que agora sabia que poderia ter corrido...
Há um vazio que nunca é preenchido e jamais será. Cada ano que passa sinto mais saudade dele e penso como seria se ainda o tivesse ou como seria conviver com suas aprovações ou reprovações - ele era pai antes de ser amigo e sabia se posicionar como tal - diante da vida de hoje. Compreendo que tudo tem seu tempo.
Agora é tempo de viver mesmo com saudade...

A volta dos que nao foram - parte II

... E todas as teclas que foram voltaram. Parece que nem tudo é tão complicado como a 1ª vista. Ainda bem, pois do contrário estaria prostrada e sem forças para erguer o pensamento e sem coragem de viver - mais uma vez vítima da frustração!
Amo pensar no fato que tudo passa (até os panos mais finos que podem ficar queimados!) e que após uma noite de chuva vem o dia.

E a borboleta é uma homenagem para minha pequena princesa Sophia (sobrinha linda) que hoje falou "borboleta" várias vezes - e eu já consigo entender tudo o que ela fala - menos aqueles segredos tão bem sussurrados ao ouvido.


quinta-feira, março 04, 2010

A volta dos que nao foram

C[a estou com a m[aquina de volta. Isso mesmo! Ela recebeu alta dentro do tempo previsto, mas estava sem tempo de come;ar a fu;ar aqui - d[a para perceber o motivo...
Fico feliz ao pensar que meus ombros reclamaráo menos quando precisar, {as pressas, sair com um trabalho a tiracolo. A minha esperan;a [e fazer as teclas funcionarem em nossa l[ingua oficial.
...
Minutos depois... Tentei o ap[os e nada funcionando.
...


quarta-feira, março 03, 2010

EU QUERO!!! MAS, EU QUERO TANTO!

Quero Quero 

(Cláudio Nucci)


Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Muito inibido, recatado, tímido, puro de amor
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Arrebatado, atirado, rápido, sem pu..dor
Sempre nessa vida solta
Fazendo a gente se chegar
Ao encontro natural
Muito bom de se ficar
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Muito inibido, recatado, tímido, puro de amor
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Arrebatado, atirado, rápido, sem pu..dor
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Muito inibido, recatado, tímido, puro de amor
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Arrebatado, atirado, rápido, sem pu..dor
Sempre nessa vida solta
Fazendo a gente se chegar
Ao encontro natural
Muito bom de se ficar
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Descabelado, malucado, doido
Mas muito integrado nesse nosso amor

segunda-feira, março 01, 2010

Começando a semana

"Chove lá fora e aqui faz frio..." é uma musiquinha bem anos 80 e que causava diversão e não nostalgia. Hoje, rola a nostalgia... Em pleno verão um daqueles dias de outono anunciando que o inverno há de chegar...
Vivendo um dia de cada vez! Este é o lema de alguns grupos de ajuda. Mas, ainda não estou neles e estou precisando lembrar disso a cada manhã ou a cada encrenca ao longo do dia - reafirmando que é só neste dia, pois se pensar que nos outros também pode ser assim... Uhhh! É desânimo!
Amo os dias nublados e isso não é ser do contra. A sensação de que tudo está sendo lavado faz pensar em renovação. E quando o sol volta há muitas plantinhas brotando em todos os cantinhos (tudo "inho"). Enquanto chove há gotas na janela e, como diz a canção, "não há nenhum pingo de chuva igualzinho um ao outro".
Enquanto todos gostam destes palestrantes que ficam enrolando o tempo com "autoajuda" eu vivo a minha auto ajuda, de verdade. Olho ao redor e encontro algumas razões para continuar:
a fé, o Amorzão, o Filhote, a família, os amigos de verdade, a esperança de que algo melhor pode e vai acontecer, a alegria na canção, a chuva que cai ou o calor torrencial que esmorece...
Vamos à semana!

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