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sexta-feira, julho 31, 2009

Consolo e Paz

Toda injustiça é pecado, e há pecado não para morte. (1 João 5:17)

Consolo e Paz em Colossenses 3: 23 a 25 em diferentes versões:

  • Versão Almeida Revista e Corrigida 1969 (Ed 1969)

E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens, sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis. Mas quem fizer agravo receberá o agravo que fizer; pois não há acepção de pessoas.

  • Versão Almeida Revista e Atualizada 1993

Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo; pois aquele que faz injustiça receberá em troco a injustiça feita; e nisto não há acepção de pessoas.

  • Almeida Revisada Imprensa Bíblica (Ed 1967)

E tudo quanto fizerdes, fazei-o de coração, como ao Senhor, e não aos homens, sabendo que do Senhor recebereis como recompensa a herança; servi a Cristo, o Senhor. Pois quem faz injustiça receberá a paga da injustiça que fez; e não há acepção de pessoas.

Há muita responsabilidade para a vida e conforto quando é possível concluir que:

“Quem faz injustiça receberá em dobro a injustiça praticada; e nisso não há acepção de pessoas.”

http://www.bibliaonline.com.br/tb/cl/3

quinta-feira, julho 30, 2009

Outro dia...

O dia seguinte, às 14h25:
O céu cinza...

quarta-feira, julho 29, 2009

Dia e Noite depois da noite e do dia

Fenomenal a mudança de clima hoje na cidade de SP. Claro que para SP não é novidade, mas estamos vivendo o inverno e não o verão quando desfrutamos as quatro estações em um só dia. Bem cedo havia um sol se espremendo entre as nuvens e a claridade já prometia muita luz. Apenas promessas ou esperanças. Este dia virou noite! Escuridão. Trovão. Chuva e vento.

Já estava comentando que em 19 invernos aqui ainda não havia vivenciado um em que houvesse chuva. Em geral temos muito racionamento de água porque a estiagem é intensa. Desta vez, não. Faz frio e ainda tem chuva. Conseguimos viver no máximo cinco dias seguidos de dias secos. A maioria do tempo é umidade. Onde está o inverno? Onde estava o dia quando virou noite sem eclipse?

Algumas vezes a vida parece que entra nestas também... Os dias estavam maravilhosos e completos com as noites em férias! O último final de semana estava tão bom que ficamos prolongando o dia de ontem para que não acabasse...

Veio a noite! Noite de verdade e de metáfora.

Alguns carregam em suas mãos a constante tarefa de atormentar a vida de quem anda por perto. Parece que os dias claros não podem continuar e os dias nublados também não precisam existir. Para algumas pessoas a noite escura e tenebrosa é o que podem oferecer. Então, quando dizemos que não queremos, forçam.

...Conheci um fórum não com o meu ímpeto de curiosidade, mas por obrigação. Impressionante é que não consigo lembrar cores além do cinza. Vi cores quando encontrei ajuda: vermelho e roxo prevaleciam; havia mais cores, mas lembro destas.

Acabou o dia, mas algumas nuvens escuras ainda pairam. Nuvens de dúvidas, mágoas e tristezas que, com certeza, passarão.

“O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã” (Salmo 30,5).

Cores: Roxo é o mesmo que cor púrpura e significa realeza. Vermelho simboliza o sangue de Jesus por nós.

sexta-feira, julho 24, 2009

Causa da Deprê

Ainda bem que tudo passa...
Já passou!
(mas, da próxima vez vai ser diferente)

Férias e GPS

Acabei de descobrir um site interessante, pois alega que tem resposta para todas as perguntas (http://www.oragoo.net/o-que-significa-gps/). Lá é possível encontrar uma boa definição/explicação para um desafeto que tenho - GPS – este aparelho que é uma febre e sensação por garantir solução aos perdidos com mapas.

Em geral, não tenho problemas com mapas e localizações. Amo andar e dar voltas (já disse isso quando falei sobre algumas manias) e quando o lugar é desconhecido procuro alguma referência: placas de mercados; placas de bairros; placas de direção e em alguns casos o melhor é procurar o sol ou a lua. Esta maneira de buscar referências ajuda muito a não ficar perdida ou, pelo menos, tenho a convicção de que encontrarei o caminho de volta.

Há algumas situações inusitadas como quando trabalhava em Itapecerica e chegava lá quando estava clareando o dia e depois eu conseguia ver o pôr do sol numa posição que eu não esperava. Mas, tudo bem. Sempre consegui ir e voltar em todos os lugares.

Até que experimentamos o GPS!

Que isso? O "treco" empaca que devemos ir por um caminho que eu já sei que vai dar voltas e ele fica repetindo, como se estivesse perdido. Aí chegamos no lugar mesmo desobedecendo as ordens irritantes da "coisa". Isso acontece por caminhos conhecidos e por caminhos desconhecidos daqueles que dá para ter certeza da direção.

Resolvi dar trégua e não ficar de mau humor com o concorrente. Desta forma há lucros e prejuízos. Mesmo considerando-o um desafeto, desta vez preciso voltar atrás, pois o "famigerado" nos levou a uma paisagem maravilhosa...

Esta é uma antiga fazenda de café na região de Campinas. Valeu cada paisagem que foi possível contemplar! Valeu ver várias charretes! Mas, a estrada era de terra! Muita poeira!

Foi divertido!

sexta-feira, julho 17, 2009

Curando a "deprê"

A criatividade extrapola o entendimento humano... Estava a choramingar as pitangas da vida, pois extrapolei minha vaidade quando acreditei que precisava aparar um pouco mais as madeixas.

Que frustração!

Nasci loura. Hoje sou loura por opção! (Melhor: fui!)

O corte de cabelo tirou minhas luzes e descobri que não dá para olhar os espelhos e encarar uma criatura desconhecida.

Estava em busca de uma solução rápida pesquisando as opções de "tonalizantes, tinturas permanentes e as hennas" quando o Filho da Sogra sugeriu que eu voltasse ao salão! Se um homem consegue perceber que está estranho...

... Desespero!

Até que encontrei a imagem (http://www.possibilidades.com.br/humor/hl_peanuts.asp) e consegui dar risadas.

Conclusão: o negócio é ficar ereta, levantar a cabeça e sacudir o pouco cabelo LOURO ao vento. Aí sei que vou melhorar (só não sei se dá para esperar até 3ª feira quando tenho horário no salão).

sábado, julho 11, 2009

Obras de Arte - outras

Aprendendo a sonhar com habilidades manuais...
Realizando algumas...

Gérberas para Nitinha

Trabalhamos até nas cerimônias de Formatura enquanto todos estão aproveitando. Mas, na última formatura havia duas alunas que participam de nossas vidas: Rebeca e Talita. Então, entre trabalho, alegria, fotos e comemorações pegamos algumas gérberas...

Minha amiga Nitinha esqueceu as dela num carro... Assim, estão aqui algumas dedicadas a ela, aos demais formandos e a nossa amizade:

Obras de Arte

Papai ficaria muito orgulhoso...
Tudo bem que alguns amigos no passado já deram muita risada quando ficaram sabendo que sou "expert" em pipoca de microondas... Mas, estou orgulhosa de meu pão básico!
Já disse alguém: "Toda caminhada começa com o primeiro passo".

quinta-feira, julho 09, 2009

A Faxina? A faxina. À faxina!

Escrito em 18.7.8:

Calma! Não se trata de uma ode à faxina. É a possibilidade de questionar, afirmar e admirar a hipótese do resultado de faxina.

Virada de semestre. Não é virada de ano. Na virada de ano não é possível fazer faxina por causa de todas as implicações com a data: comemorações, correrias, desgastes sociais e por aí a fora. Virada de semestre é esta do meio do ano. Esta em que é possível considerar e reconsiderar as metas propostas e não alcançadas para o ano que já foi novo e que agora caminha para o final.

Quando chega o meio do ano, aqui no hemisfério sul colado com a parte inferior do trópico, é possível viver e sentir temperaturas mais amenas, o que pode ser convidativo ao movimento, mesmo que muitos prefiram as cobertas. Sou adepta dos dias mais amenos, mas amo os dias quentes também. Chuva ou sol, frio ou calor não importam. É o momento da faxina.

Fazer faxina é muito delicado, pois esta faxina não é aquela apenas de subir nas escadas e tirar o pó do teto e depois lavar tudo com muito sabão. Esta faxina é daquelas de fazer as limpezas internas. Limpezas nos conteúdos que estão guardados nos armários, nas gavetas, nas caixas e nos cantos mais escondidos.

“Faxinar¹” poderia ser verbo, mas não é ainda, mesmo que seja uma ação, e das mais difíceis. A ação ou verbo é quem exprime o estado ou o modo de atividade da pessoa, segundo o Michaelis. Sendo assim, vamos considerar o ato de fazer faxina uma grande ação, pois envolve o modo de atividade e o estado da pessoa. Claro que este estado pode variar e muito, de pessoa para pessoa.

Objetivo proposto. É dada a largada! No começo há a certeza de que vai ser fácil, rápido e indolor. Talvez, por causa do afã, comum no começo da corrida, é que lá pela metade do caminho, ou melhor, lá pela metade do dia ou do tempo imaginado possível para o grande feito, é possível perceber que “isso vai longe”. E foi!

Foi longe e foi longo! Longo dia... Longo trabalho... Longa faxina... Longos pesares... É isso aí. Fazer faxina é complicado! Definitivamente: fazer faxina é muito complicado!

A faxina de verdade, essa em que a gente vai fuçando tudo “com vontade de abrir espaço”, é mais complicada ainda. Como é que a gente imagina que vai conseguir mexer em tudo e sair ileso? Isso aí considerando o corpo todo moído, ao final de algumas poucas horas, e as mãos ressecadas e quase ressequidas, pois o coração corre o risco de ficar assim: ressequido.

Então, partindo para a luta! Escada, banquinho, sacos para lixo, caixas vazias, disposição para manter o coração ressequido como o chão de Brasília nos meses de julho e agosto. Aí começa a grande batalha: como manter o coração ressequido diante daquela roupinha de bebê que a gente nem lembrava que havia guardado? Os papéis cheios de anotações estão ali? Como foi possível esquecer que tudo aquilo, que ocupa tanto espaço, fez parte de um momento tão importante da vida? Foi um momento!

E quando a gente vê aquele brinquedinho que foi passando de criança em criança na família? Ui! Aí é que chega a hora de tirar qualquer umidade dos olhos e do rosto e mirar os olhos nas mãos secas da poeira para voltar a dar o ressequimento² necessário para continuar a luta.

A faxina vai acontecendo e parece que os sacos e as caixas continuam oferecendo espaços enquanto os armários e as gavetas estão desesperados por um desafogamento³. A mente está desesperada por dar espaço à razão, mas o coração é que está cheio de lembranças e considerações sentimentais demais para conseguir se livrar de qualquer objeto.

Ó luta! Ó faxina! Estas aí é que querem tirar minha fama de desapegada, fria e econômica. Não tenho grandes orgulhos do meu desapego. Só eu sei o quanto dói desfazer de qualquer objeto que tenha feito parte de algum momento significativo na minha vida. Mas, a razão chama à necessidade que fala mais alto. Necessidade de espaço. Necessidade de trocas: um por outro. Necessidade de continuar a vida. Os objetos só têm valor porque nossas lembranças atribuem significados a cada um deles. As lembranças continuam independentes dos objetos!

Prevalece a razão. E assim, lá se vão aqueles papéis de tanto tempo. Vão juntos com aquelas peças de roupas que foram usadas em ocasiões tão significativas! Cada objeto que é revirado de seu lugar para outro traz uma recordação que pode ou não ser positiva, mas que pode ser reconsiderada para futuras ocasiões da vida.

A faxina ocorre além dos armários e gavetas. Acontece na razão e no coração. É possível, nesta situação, refletir e sensibilizar-se ou não. Guardar ou não os objetos não são reflexos de mesquinhez ou extremo altruísmo. A faxina é a analogia possível à necessidade de reflexão para ordenar interiormente a razão e os sentimentos.

A sensação de que é possível esvaziar e limpar gavetas e armários é semelhante à possibilidade de perdoar. Ao perdoar, a nós mesmos ou aos outros, estamos abrindo espaço para sentimentos novos que nos oportunizarão outras experiências na vida.

Fazer faxina é dolorido porque precisamos nos encontrar outra vez com o momento que foi vivenciado e que está sendo experimentado em outro contexto. Quando os objetos são necessários para reviver sentimentos é porque estes sentimentos não estavam mais onde deveriam estar. Os objetos podem e devem contar histórias, mas eles dependem da vida das pessoas para que adquiram tanto significado.

Jamais deixarei de amar queridos do coração. Jamais esquecerei momentos preciosos que foram experimentados. Jamais deixarei de ter espaços disponíveis para viver por estar presa às lembranças passadas.

A faxina natural da vida já levou queridos e ficaram espaços enormes disponíveis, mas que jamais serão ocupados, pois foram moldados às medidas destes. Os sentimentos ficam independentes dos registros materiais.

A faxina? A faxina durou o dia todo e levou algumas caixas de papel que não deixaram meu amor, admiração e carinho pelos que participaram dos registros da ocasião, tão no passado. A faxina ocupou todo o dia, mas ainda está pedindo mais espaço disponível: já tem sentimentos novos por experiências novas (estudos, trabalho, novas conquistas, novas caixas, novos papéis, os mesmos sentimentos de deslumbre pela vida dos dias nublados ou ensolarados...).

Até que não é tão ressequido, assim, o coração. Ele tem calor e umidade. Ele só não gosta de juntar tranqueiras, papéis amarelados e fedidos, ainda mais na era da informática! E aquelas roupinhas bonitinhas com aqueles sapatinhos tão lindinhos? Com o tempo pode vir coisas mais bonitas, ainda. E tem o fator emagrecimento... Para que ficar preso à hipótese de que tudo vai se assim? Que nada! Fé e esperança (vou emagrecer mais um pouquinho, ê faxina!)!

A faxina? A faxina. À faxina!

- Hoje, quase um ano após, estamos numa faxina mais complicada! O dia passou e ainda estamos no primeiro quarto... Faxina...

sábado, julho 04, 2009

“Osmosis Jones” and Me

“Osmosis Jones” and Me

Quem nunca parou para pensar como é o corpo humano por dentro? Uma viagem! Viagem em ambos os sentidos: se você pára para pensar e o próprio corpo!

Não sabia o que e como explicar ao meu pequeno filho, por volta de três anos de idade, as razões para não misturar líquido durante as refeições. Até que lembrei a máquina de lavar roupas da minha vizinha. Era uma destas máquinas com visor e porta frontal; nada de abrir em cima e as crianças divertem-se vendo as roupas lá dentro. Não dava para subir no muro e ver a lavanderia da vizinha, pois havia uma casa entre nós.

Fui à lavanderia e mostrei ao meu filho a máquina de lavar roupa com água, sabão e roupa. Tudo lá dentro! Disse a ele que quando a água ou suco ou outro líquido se mistura com a comida dentro do estômago vai levar um tempão para que toda aquela água saia antes do trabalho de verdade começar: a digestão da comida!

E lá vai a aula que ele estava ficando craque: o estômago trabalha mexendo a comida para lá e para cá, igual à máquina de lavar roupa; mas, se colocamos mais roupas lá dentro enquanto ela está trabalhando vai criando peso ou se jogamos mais água o sabão não vai conseguir retirar as sujeiras... Explicando em miúdos ao miúdo: se jogar água lá dentro do estômago enquanto ele retira tudo o que interessa das comidinhas que estão lá dentro... Vira um grande bagunça! O coitado vai ter que trabalhar muito e muito mais. E olha que para retirar o que interessa leva tempo!

O tempo de trabalho dele (estômago) começa na boca e continua lá dentro – mostrando o local do esôfago e do estômago – e depois de muito trabalhar vai para o intestino (que é um “senhor” de muito trabalho, também, pois ele precisa de comidas que ajudem o caminho a ficar limpo – explicação sobre fibras em outros momentos).

Todas as explicações complementavam o horário das refeições e as explicações entre as refeições quando ele perguntava se tudo lá dentro já havia trabalhado. Mesmo assim, explicava, depois de muito trabalhar precisa de um tempinho de descanso para depois começar tudo de novo quando chega a hora certinha da próxima refeição.

Ufa!

Longas explicações! Mas, que delícia contemplar um ser em formação aprendendo a cuidar de seu corpo, como diz a Bíblia: Templo do Espírito Santo.

Quando voltei a trabalhar na escola com crianças pequenas, já estava ficando fácil explicar tudo isso e ter adeptos aos horários das refeições equilibradas para que todos dentro do corpo possam trabalhar bem e sem ficar cansados demais.

E isso tudo com o filme Osmosis Jones? O filme é uma aventura que o nosso corpo vive diariamente (e internamente) contra tudo que está nos atacando. Até contra a gripe suína para ficar mais fácil de entendê-la vale a pena assistir.

Mas, hoje estou me sentindo o próprio Frank, dono do corpo no enredo muito bem montado. Meu estômago dói demais! Minha cabeça, que em geral, não suporta as travessuras de gostosuras da boca, está muito bem. Mas, parece que meu estômago está colado lá fundo, junto às costas. Parece que estou com uma enorme fome, mas nem posso pensar em comer que ele dá voltas desesperadas...

Preciso rever toda a lição da máquina de lavar...

imagens: omeublog.bloguepessoal.com/, goldfilmes.blogspot.com

quarta-feira, julho 01, 2009

Férias Passadas

Esta figura foi uma montagem em homenagem às Férias de verão.
Férias em julho não são para todos que desejam... Tenho férias das aulas da Faculdade e de todas as aulas, mas fico de Plantão por conta do Programa Ler e Escrever - são alguns 90 alunos espalhados pelas EMEFs e isso não é brincadeira... Ainda tem o grupo que não suporta o "rojão" e desiste antes mesmo da caminhada acelerar.

Pensando em Férias...

Aqueles que caminharam muito neste semestre letivo: (imagens da internet)

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