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sábado, maio 23, 2009

Hobby, manias, passando o tempo – parte III

Estas duas gérberas estão muito lindas!
Ganhei em uma das andanças por SP
de uma campanha contra
a violência infanto juvenil.
Mas, como andamos muito... 
elas estavam ficando deste jeito (foto abaixo)
amuadas e quase desfalecendo.
Andar em SP é fazer turismo barato...

Viajar... Viajando... Viagem... Turismo... Passear... Andar...

Há uma paixão por conhecer o mundo... Este mundo nem precisa ser o mundo inteiro que fica muito longe ou muito difícil de alcançar. Serve o mundo próximo e possível: ruas e vias; bairros e regiões de minha cidade, que é enorme! Enormes são as possibilidades de encontrar algo novo para conhecer enquanto os pés trilham as calçadas ou enquanto os pneus trafegam novos percursos.

Quem me conhece sabe o quanto gosto de “bater perna” por aí a fora sem hora para voltar ou lugar em que deve chegar. É que sair não pede muito além do que, simplesmente, sair para ver e sentir o que do lado de fora.

Como todas as cidades enormes, há todas as atrações imagináveis, que inclui a possibilidade de admirar o mar – bem longe! O mar... Ah o mar! (acredite que há pesar e suspiro neste momento). O mar é o hobby e a mania que valem todas as outras, mesmo sair “sem eira” porque há uma beira – a beira do mar.

Outras tantas manias sobram pelos poucos cantos da casa. Mas, há a mais recente de todas, e que encheu a casa literalmente, que é a decupagem (ou qualquer outro nome parecido).

Ainda sei que ser feliz e estar bem comigo, sempre, é o prazer e o alívio. 

sexta-feira, maio 15, 2009

Hobby, manias, passando o tempo – parte II

Nos últimos tempos me vi usufruindo as delícias de ensaiar os mais maravilhosos passatempos... Foi só parar para analisar o que causa prazer e alívio às mil ansiedades da vida que consegui ver que tenho até habilidades que desconhecia.

Gosto de comer salgado, mas consigo me superar quando tenho o desafio de preparar um bolo de chocolate ou um mouse novo. Mexer nas farinhas e experimentar coar cada ingrediente separadamente, além de usar novos acessórios – tipo aquelas colheres de batedeira, mas não das comuns, tem que ser daquelas dos chefes de cozinha. Não, não anseio mesmo ser uma “expert” da culinária, pois estou muito longe disso, mas o prazer está nos experimentos e realizações.

Sempre que penso em uma comida já saboreada com prazer inesquecível fico pensando na realização do tal prato admirado. Mas, as emoções marcantes ficam por conta do separar os ingredientes indispensáveis e das possibilidades de experimentos, como bater a clara do ovo até virar neve (mas, nunca vi neve!) e acrescentar o açúcar bem devagar... Suspirar e suspiro!

Uma paixão está recolhida e escondida: o ponto cruz. Mas, não é qualquer ponto cruz que gosto. Aprecio fazer quadros, não para complicar e nem para tentar superar o desafio do trabalho enorme que dá. Mas, tem haver justamente com isso: como é que vou fazer algo tão trabalhoso e prazeroso para servir de pano de prato? Não é para mim! Mas, admiro demais uma amiga que os faz. E faz muito bem feito.

Gosto de presentear os quadros depois de prontos.

Ainda tem os motivos infantis que agradam os olhos, pois relaxam o pensamento e estimulam o amor. Acho lindos e maravilhosos os babadores e toalhinhas de bebê... Mesmo que não consiga pegar as agulhas e linhas há uns dois ou três anos...

Pensando em manias, lembrei algumas que serviram para ensinar ou depois que aprendi é que viraram manias: usar o “paint” para criar desenhos ou imagens com minhas fotos; assistir filmes para análise de conteúdos aplicáveis à educação (faz tempo que não assisto uma história...); estudar pelo prazer de aprender. Indescritível!

Escrever é uma mania muito boa, mas o tempo nem sempre permite que as letras vençam a partida (Ele sempre vence!). Escrever é parte do caminho de quem gosta de livros visitando livrarias ou sebos e folheando para ter, para aprender, para conhecer e para ser.

 

terça-feira, maio 12, 2009

“Conta as Bênçãos”

“Favor divino; graça – favor; mercê... Benignidade, bom acolhimento”.  Por estas e outras que continuo fã do amigo Dicionário. É só ir consultando um significado e mais outro até conseguir um vocábulo que completa o sentido desejado para expressar o sentimento quase sem explicação.

Mas, neste caso, é bem mais simples. É assim: que dia! Ufa! Se não terminasse eu não teria forças ou fôlego restante! Como gostaria de ter o dom da palavra escrita para registrar e transmitir o que vai dentro – da alma e do pensamento.

Quando saí de minha cidade amada e querida, há quase duas décadas, havia um hino cantado que dizia: “Conta as bênçãos, conte-as de uma vez. Hás de ver surpreso quanto Deus já fez...”

Quanto Deus já fez!

As duas décadas serão completas ao final deste ano... Hoje, voltei ao primeiro bairro onde trabalhei. Não que nunca mais tivesse voltado por aquelas bandas, mas é que estava lá hoje, o dia inteiro, sendo escaldada como naqueles dois primeiros anos de cidade grande... Quanta experiência vivida! Quantas lições aprendidas! Quantas conquistas e quantas vitórias! Quantas bênçãos alcançadas! O tempo vai continuar passando, mas o que está registrado na alma e em cada sentimento jamais poderá ser apagado... A vida construiu muito mais a partir daquele começo...

O bairro: não consegui criar laços e vínculo com a região. Surpreendentemente, há muitos pontos melhorados e ampliados, mas não houve registro afetivo significativo. Já pensei sobre isso e cheguei a conclusão que um lugar em São Paulo precisaria ter a culpa do “paraíso deixado para trás” – e paraíso pelas belezas jamais esquecidas e pela infância/adolescência rompida ou inocência perdida; pois se é muito inocente quando a vida toda está centrada numa cidade pequena onde o ônibus mais lotado é aquele que volta da praia na tarde de domingo e nem é possível reclamar, pois foi tão bom!

Hoje, estava lá, bem perto do local do primeiro emprego, trabalhando. Trabalhando muito, mas em contexto totalmente diferente. Estava com meus alunos que participam do Programa em parceria com a prefeitura. Quanta história sofrida! Quanta vontade de vencer e quanta vontade apenas de sobreviver! Toda a exaustão do dia vai pelo ralo quando penso na luta consciente pela dignidade (esta merece ser consultada no Dicionário: honra; honraria; respeitabilidade) ou pelo mínimo que é possível perceber disso.

Ouvi muitas histórias, nos últimos semestres, através de olhares que diziam: “Por favor, professora. Eu preciso!”

Pergunto ao Pai: Quem sou eu? Quem sou eu diante de tantas dificuldades que são enfrentadas diariamente? Que lutas foram vencidas? Tudo é nada diante, não do sofrimento alheio, de tudo que o Pai providenciou através do Filho.

Descobri que “Conta as bênçãos” diz mais – ver: http://letras.terra.com.br/harpa-crista/450145/

Termino as lutas do dia agradecendo as dificuldades que foram transformadas. Não é o famoso “mundo de Pollyana”. É a certeza que tudo ficou pequeno diante do dia que já passou e diante das incertezas do amanhã, que ainda não chegou.

Alunos queridos, obrigada porque permitiram que eu fizesse parte, hoje, das lutas vencidas. Venci uma, também!

A imagem anexada é uma foto de uma campanha realizada em parceria ADRA/Le Postiche. O objetivo dela aqui é relacionar com a necessidade de cada um "contar as bênçãos" de forma prática: doar algo! 

Se você não tem um bem material para doar, pode doar o tempo; se até isso é escasso, faz favor, transforma cada obrigação da vida numa forma de doação de alegria ao próximo!

sexta-feira, maio 08, 2009

Hobby (s) - manias, passando o tempo – parte I

Há algum tempo, conversávamos em casa sobre a necessidade que as pessoas têm de saber envelhecer ocupando bem o tempo. Claro que, diante da vida corrida e desesperadora que levamos, parece impossível pensar que um ser humano precisa se ocupar e que seu tempo está ocioso. Mas, não é bem assim ou não é só isso.

Existem muitas pessoas que não sabem envelhecer, conseqüentemente não sabem viver. Diante desta preocupação ficava pairando no ar o que fazer da vida, além de trabalhar pela subsistência, que é básico e quase automático? Compartilhei, por pouco tempo, da preocupação do Filho da Sogra quanto à necessidade de um passatempo que minimizasse a velhice eminente, mesmo que ainda não estivesse com trinta anos nos momentos destas ponderações.

Razão das preocupações: o Filho da Sogra sempre teve muitas manias – músicas: LPs, K7 e CD; peixes e aquários; instalações elétricas; a informática... E outras mais. Aparentemente, apenas trabalho demais - preparo minhas aulas; os estágios; cuido de alguns projetos; organizo a casa; ensaio a vida de cozinheira; levo o Filho aos compromissos dele: percepção musical, trompa, natação, piano; estudo a graduação; concluo a pós; termino a monografia... Tudo é trabalho é compromisso.

O que fazer para fugir às tensões do dia-a-dia? O que fazer quando não houver mais possibilidades de trabalhar? Ou o que será possível fazer quando, sonho de todo bom trabalhador, a aposentadoria chegar? Quem vive trabalhando consegue pensar no que fazer parado?

Ensaiei dizer que faria fotografia e o Amorzão já está às mil e uma dedicações às lentes. Mas, tenho certeza que o hobby não pode exigir tudo isso, mas que ele deve ser o prazer em tudo isso. Há prazer no registro do que, supostamente, os olhos estão mirando. Aprisionar a imagem e disponibilizá-la, depois no espaço, não aprisiona o momento e a emoção de seu registro.

Ainda não domino as regras e os conhecimentos sobre as lentes, mas as imagens encantam! A câmera, preferencialmente, está sempre à disposição e com acesso fácil para os registros de situações, pessoas, paisagens naturais e modificadas, lugares, emoções e realizações.

Sou fã de fotografia! Simples, amadora e engatinhando. São as imagens que deixam a emoção - ver fotos abaixo, pois são minhas.

Aí descobri que tenho muitas manias. Muitos hobbys! Vai faltar tempo para tantos prazeres que estão sendo ensaiados...

segunda-feira, maio 04, 2009

Titubeando por aqui

Sou empolgada com os significados das palavras. Pode ser palavra simples e comum como as mais rebuscadas e de pouco uso ou ainda aquelas de usos seletivos. Gosto mesmo de ter certeza se a palavra corresponde a mensagem que se pretende transmitir ou se ela corresponde ao sentimento de quem a profere.

Pensando assim e a partir daí é que estou nesta situação real, pois o sono (ufa! Até que enfim apareceu!) está começando a alterar o ritmo dos meus olhos e dos meus pensamentos. Mas, os motivos do titubear não “é só” o sono. Há outras razões.

Parece o saudoso poema de Cecília Meireles: 

Ou Isto ou Aquilo

Ou se tem chuva ou não se tem  sol,

ou se tem sol ou não se tem chuva!

Ou se  calça a luva e não se põe o anel,

ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,

Quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa

estar ao mesmo tempo em dois lugares!

Ou guardo dinheiro e não compro doce,

ou compro doce e não guardo dinheiro.

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...

e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,

se saio correndo ou fico tranquilo.

Mas não consegui entender ainda

qual é melhor: se é isto ou aquilo.

Estou nesta em várias e várias situações (e nem sou pessoa dada às indecisões e dúvidas da vida), não porque não consigo escolher, mas porque as pessoas não conseguem entender ou aceitar algumas escolhas.

É mais fácil decidir, fazer e nem comentar!

Titulando por aí

...

Claro que não é possível alguém sair por aí, despretensiosamente, dando títulos ou espalhando-os ao bel prazer. Mas, estou em situação crítica. Cismei que preciso mudar o título do blog dois!

Razões para a mudança do tal título: primeira razão se deve ao fato de que ao digitar, no busca, uma das palavras do nome dele logo na terceira opção apareceu o minuta. Ele não é um segredo, mas também na precisa sair e ser divulgado desta forma explicita. Sei lá! É uma de minhas manias de não divulgar nada antes da certeza de ser o tempo exato.

Outra razão é que o nome logo é remetido ao título do que uso para trabalhar. Então, ainda não precisa associar um ao outro, ainda. Deixa o domínio maior chegar.

A terceira razão que poderia ser a primeira é que ele está em parceria total com meu irmão mais velho. Puxa, ele tem sido ótimo comigo e ainda dá um apoio enorme à ampliação do meu mundo digitalizado. Assim, penso que o nome deveria considerá-lo também.

Claro que não penso em nada que faça alusão aqueles mercadinhos de interior: dois irmãos... Mas, por um outro lado, é possível criar algo mais a partir daí.

Amo escrever, mesmo quando esqueço que preciso registrar tudo o que está por aí. Assim, ainda quero e preciso de um título que envolva as letras e a autoria/parceria.

Pensando...

sábado, maio 02, 2009

Dedicando sapos

Não há nada de estranho em dedicar sapos. 
É pouco comum porque as pessoas costumam alimentar preconceito... Gostam de   “vaquinhas” e galinhas na decoração da cozinha, mas o sapo é relegado pela preferência por alguns outros animais interessantes, mas que não tem relação alguma com a cozinha, assim como o sapo.
Mas, gosto dos sapos! 
E ainda acho que eles combinam muito bem no banheiro, no quarto...                                                 

Por isso dedico estes sapos tão lindinhos a minha amiga Lila, que entendeu meu gosto por sapos e adotou, também a escolha.

Fontes das Imagens: pirlim-pimpim.blogspot.com/ e o outro está nas fotos

Cúmplices

A emoção que aflorou a escolha deste título foi cedo, mas o tempo nem permite pensar em mais nada, mesmo que eu desejasse escrever assim que tudo aconteceu.

Consultando o Necessárius, indispensável a todas as questões, me depara com uma definição que não me agradou. Até queria chamar a definição de nefasta, mas esta aí também complicou tudo.

Em partes: nefasto denota 1.“que é de mau agouro”. 2. “que causa desgraça”. 3. “danoso, funesto, trágico”.

Cúmplices: 1.”que, ou aquele que tomou parte num delito ou crime cometido por outrem”. 2. “que, ou aquele que colabora com outrem nalgum fato”.

Nem vou explicar o que diz sobre a cumplicidade, mas fiquei indignada que tudo remete a coisas terríveis, como um crime. Nem cometi crime algum, mas considero a segunda parte menos trágica e posso usá-la segundo meus interesses particulares e bem particulares.

Sempre tenho mil queixas e criticas as atitudes de meu irmão. Nada contra um de meus queridos irmãos, no caso um irmãozinho mais novo, pelo contrário, tudo a favor. Defendo-o sempre e nem aceito que falem mal dele. Apenas eu, exclusivamente, tenho o direito de apontar qualquer atitude impensável ou incoerente da parte dele – isso é aplicado aos outros três, também.

Mas, há algo que explica toda a defesa: somos irmãos!

Em especial, há algo marcante. Por mais que tenhamos diferenças agudas e graves na vida, nas escolhas, nas opções, nos limites e nos desaforos temos algo em comum: “pessoas do mesmo sangue”, segundo o Necessárius. Isso ainda não é tudo.

Morar na cidade grande não foi à escolha mais pensada da minha vida, até porque acalentava o desejo de morar numa cidade bem pequena. Este desejo estava presente desde muito tempo, pois pensava em estudar e partir para morar e trabalhar numa cidade bem pequena onde não conhecesse ninguém e que tudo pudesse começar (de um ponto inicial). Adolescência! Outros resultados e escolhas não foram premeditados. Sempre entreguei o futuro à Fé. Desejos submetidos as resposta da Fé.

Hoje, moro numa das maiores cidades do mundo. Cheguei aqui sem conhecer ninguém – havia um primo, mas de pouco contato, até então; comecei do ponto inicial; o quadro desejado. Mas, com os resultados da vida moderna, conheço muita gente e sei que posso ser conhecida e reconhecida por muitos, mas alguns desejos foram preservados e alcançados, dentre os quais ficou o direito de reserva: 1. “circunspeção, discrição, recato, retraimento”.

Por muitos anos vivi assim, mesmo que tivesse sempre algumas pessoas muito próximas. Alguns entendem a escolha de dispensar o convívio exagerado, sem limites e sem respeito. Outros não entendem que, mesmo sorrindo, conversando muito e até contando detalhes da vida, não vejo a necessidade de muito mais. Ou é porque já tenho o suficiente deste muito mais com alguns poucos. Bem poucos. E no tempo necessário a boa amizade com muito respeito aos espaços, escolhas, vontades, opiniões, estilos, passeios, compras, horários, tumultos, livros e particularidades escolhidas.

Meus irmãos e apenas uma prima, que vieram para a cidade grande, trouxeram conforto de proximidade e familiaridade. Confiança! Bastou. Aqui viramos cúmplices de um crime aos olhos de muitos: desfrutar destas reclusões sociais. Meu coração sente saudades dos que escolheram ir embora – até porque três vieram, um ficou e três foram embora. Se, não aguentaram este estilo de vida nunca desrespeitaram nós que ficamos. Pelo contrário, sempre nos deixaram à vontade.

É ótimo sentir que há respeito!

Adiante: Nossa cumplicidade é estendida à necessidade de viver a reclusão parcial de convívios forçados. Usufruímos o direito de viver desta forma e compartilhamos silenciosamente esta escolha. Dispensamos as palavras que podem não definir o que vivemos e fazemos.

Não há crime; não violação de nenhuma conduta moral aos costumes da nação e aos costumes doutrinários da religião professada; muito menos violação das Leis Divinas. Apenas preferimos viver longe de intimidades obrigatórias, como sorrir quando não temos vontade; ganhar surpresinhas desagradáveis e ser obrigado a fazer carinha de contente; agradar quem nunca nos agrada; receber o que não desejamos receber, entre outras banalidades que nos incomodam, mas que só sabemos que existem porque estas intimidades obrigatórias trazem isso na bagagem e não conseguem nos respeitar.

Somos cúmplices nos anseios de viver. Ser cúmplice e ter um cúmplice alivia o bolso do pagamento da terapia. Esta é necessária, mas não precisa acontecer por causa da injustiça de ser obrigada a viver com intimidades obrigatórias.

A cumplicidade nos tira a intimidade obrigatória e nos dá o título de amigos. Surpreendentemente somos mais que irmãos, superamos juntos as intimidades obrigatórias, e nos tornamos cúmplices. Algo como amigos que escolhem não viver com intimidades obrigatórias (mesmo estando hoje muito “invocada” com algumas atitudes dele).

 

- intimidade obrigatória é o sinônimo de “familiarmente, sem cerimônia” – e é justamente esta falta de cerimônia, que eu deveria permitir ou não, é que tiram. Ver definições para família, familiar, familiarmente. - 3.9.8

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